quarta-feira, 16 de junho de 2010

Lovedrive - Scorpions


Série Álbuns Históricos 1979 - 15/43
Ficha corrida da banda
Nacionalidade: Alemã
Período de atividades: 1965 - 2010 (pelo menos anunciaram o fim)
Site oficial: www.the-scorpions.com
Estilo/Gênero: hard rock, heavy metal
Álbuns de estúdio: 17
Membros em 1979: Klaus Meine (vocal), Rudolf Schenker (guitarra), Michael Schenker (guitarra), Francis Buchholz (baixo, backing vocals), Herman Rarebell (bateria, percussão, backing vocals).

Bio - 1ª Parte
O fundador da banda, em 1965, foi o guitarrista Rudolph Schenker, que no início também encarava os vocais. Os Scorpions faziam o circuito noturno da cidade de Hannover, Alemanha, mas sem chamar tanta a atenção. A coisa começou mesmo a engrenar a partir de 1969 quando entraram para o grupo o irmão de Rudolph, Michael Schenker e o vocalista Klaus Meine - que para mim, com a morte de Dio, assume o posto de melhor voz do hard rock/heavy metal. Completaram o grupo Lothar Heimberg (baixo) e Wolfgang Dziony (bateria).

O primeiro álbum veio em 1972: 'Lonesome Crow', que dividiu opiniões na crítica, mas que proporcionou uma turnê ao lado da banda britânica UFO. Próximo do final da turnê, Michael Schenker foi convidado para integrar a banda UFO, que já era consagrada. Ele aceitou prontamente, forçando seus amigos de Scorpions a convocar em caráter de urgência o amigo Uli Roth, guitarrista da "Dawn Road".

Finalizada a turnê, Uli Roth foi convidado a permanecer no Scorpions, mas este se recusou. Os integrantes remanescentes resolveram então acabar com a banda em 1973.

Uli Roth devolveu o convite para Rudolph Schenker e este entrou para a Dawn Road levando consigo o vocalista Klaus Meine. O line up ficou os três, mais o baixista Francis Buchholz, o tecladista Archin Kirschning e o baterista Jürgen Rosenthal. Todos optaram por substituir o nome da banda para 'Scorpions', pois este era um nome mais conhecido no circuito hard rock alemão. Assim a Dawn Road transformou-se no novo Scorpions.

O primeiro disco com a nova formação veio em 1974, foi 'Fly to the Raimbow', que mostrava um som mais maduro e influenciado pelo heavy metal nascente que vinha do Black Sabbath.

Logo após as gravações, o tecladista Archin Kirschning e o baterista Jürgen Rosenthal, por motivos diversos, resolvem abandonar o grupo (Rosenthal se juntaria a banda Eloy dois anos depois) e foi substituído por Rudy Lenners na batera. Optaram por não inserir um novo tecladista.

Em 1975, com o apoio do tarimbado produtor  Dieter Dierks, saiu o disco 'In Trance' e mais um passo foi dado para atingir o sucesso, mas ele ainda não veio plenamente, apesar da crítica ter adorado. O nome Scorpions passou a ser uma referência para os fãs de hard rock e heavy metal, tanto na Alemanha como em outros países, mas eles ainda se mantinham na cena underground.

Aproveitando o apoio de vários fãs sedentos por mais, a banda lança em 1976 o polêmico 'Virgin Killers', que trazia em sua capa uma menina que nem tinha entrado na adolescência, totalmente nua. Claro que muitos locais censuraram a capa e muita celeuma foi criada. Afora isso, as músicas partiram para um rumo mais comercial, mas ainda sem perder qualidade. Pouco depois, Lenners, que tinha acabado de entrar, por motivo de (falta de) saúde, teve que sair e foi substituído por Herman Harebell.

O álbum 'Taken by Force', lançado em 1978 foi o pior até aqui. Apelava escancaradamente para tentar atingir o sucesso. Muito esforço foi feito para que a faixa "Steamrock Fever" estourasse nas rádios, inclusive um álbum ao vivo caça-níquel, gravado no Japão (Tokyo Tapes). Uli Roth achou tudo aquilo uma merda e caiu fora para formar outra banda chamada "Electric Sun". Depois de várias audições com diversos guitarristas, Matthias Jabs foi o escolhido. Outra coisa que mudou foi a gravadora, trocaram a RCA para a Mercury (nos EUA) e EMI (no resto do mundo).

 Lembra de Michael Schenker? Aquele guitarrista que abandonou a banda no meio da turnê para se tornar integrante do UFO? Pois é, ele foi expulso de lá por causa das bebedeiras e pediu para voltar. Como o irmão dele era o dono da banda, ele voltou e mandaram embora o pobre do Matthias Jabs que tinha acabado de entrar. Só que Michael dava muito trabalho faltando em ensaios e shows, então, chamaram de volta o Jabs para cubrir as ausências do guitarrista problema.

No meio desse clima maluco, todos, inclusive Jabs, participaram das composições e gravações do álbum que finalmente levaria o Scorpions ao estrelato: 'Lovedrive'. A história segue, mas façamos uma pausa para observar melhor este disco histórico.

Lovedrive (1979)

Cotações da crítica especializada
Allmusic (0 a 5): 4,5

Audição comentada

Meus destaques em vermelho

01 - Loving You Sunday Morning
Duas guitarras fazem o arpejo inicial, uma no agudo outra no grave, as duas têm uma leve defasagem de tempo uma com relação a outra. Após o riff inicial entra o vocal poderoso e qualificado de Klaus Maine. A estrutura é a de um hard rock com introdução, tema, ponte, refrão, tema, ponte, solo, tema, refrão e cadência. Muito boa, apesar de conter um certo "rebolado".

02 - Another Piece Of Meat
Pisamos no acelerador! Alguns efeitos eletrônicos e tome heavy metal! Guitarra no contracanto e vocal nas alturas. Essa fase pré-farofa do Scorpions é ótima, pena que se perderam alguns anos depois...

03 - Always Somewhere
Arpejos com a guitarra limpa e bateria em andamento médio. A guitarra solo introduz o canto que vem em forma de balada com altas doses de glicose e vários Uhs! e Ahs! Aqui os primeiros sinais da farofada, dispensável (as menininhas talvez gostem dessa).

04 - Coast To Coast
Acordes em escala de blues e baixo independente. O andamento é médio e o tema é formado por um belo encadeamento de acordes. Solos alternados entre as guitarras e um teclado segura a base bem ao fundo. Instrumental.

05 - Can't Get Enough
Voltamos ao peso, acordes selvagens invadem a mente, o canto soa dobrado e a emoção genuína surge com solos de guitarra escarrados. Show.

06 - Is There Anybody There?
Guitarra sincopada? O que é isso, reggae??? Ah Ah Ahs???? Pule de faixa correndo!

07 - Lovedrive
Baixo cavalgado, acordes como raios e vocal como o trovão. Refrão, solos e riffs  inspirados. Hit certo.

08 - Holiday 
Mais uma baladinha caramelizada. Preparem-se amigos e amigas, a fase farofa da banda se aproxima! Fechar o disco com essa trilha já era um prenúncio do que viria nos próximos, mas calma, ainda não é o fim, algumas coisas ainda poderão ser salvas desse barco furado, o Scorpions ainda lançaria um bom álbum: Blackout! Aguardem em uma postagem futura.

Texto: Rodrigo Nogueira
Fonte histórica: Wikipedia 

2 comentários:

.outsid3r disse...

Grande Rodrigo:
Na minha opinião, que nunca fui um grande fã de Scorpions, as melhores parte de sua bio foram 2 cruzamentos, primeiro com o UFO da década de 70 que eram simplesmente espetaculares e terem o orgulho de dizer que um dia tiveam Jürgen Rosenthal na bateria, a performance dele no OCEAN do Eloy é de cair o queixo, fica aqui a dica pra você adquirir este disco. Como você falou, e eu ratifico, BLACKOUT pra mim foi "O" disco do Scorpions, pesado e sem muita farofada. Entretando eu gostei muito de Another Piece of Meat, o restante não foi nada assim muito convincente. Eu sempre fui arredio a me aproximar de bandas que tivessem, pelo menos um "cheiro" de glam metal, hard rock farofa, etc... Apesar de curtir muito Bowie do Ziggy Stardust e algumas poucas músicas espalhadas, é um estilo que está fora do meu circuito. O Scorpions, apesar de ter tido uma carreira sólida e uma legião de fãs fiel, na minha opinião, nunca correu junto com as grandes bandas de rock e heavy metal mundiais.
Post como sempre impecável, me educando como sempre!

FORTE ABRAÇO, VIDA LONGA E PRÓSPERA IRMÃO!

Guilherme disse...

Disco muito bom dos Scorpions,um dos melhores de sua carreira junto com Blackout,Love at First Sting,Virgin Killer entre outros,até mais

www.destroyerockcity.blogspot.com

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