Mostrando postagens com marcador hard bop. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hard bop. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de abril de 2010

Horace Silver

SÁBADOS DE JAZZ APRESENTA:
HORACE SILVER

Seu pai era um imigrante vindo da ilha africana e ex-colônia portuguesa Cabo Verde, sua mãe estadunidense; ambos pobres. O pequeno Horace teve o interesse pela música e, particularmente o gosto pelo piano, despertados por um vizinho que ensaiava todos os dias alguns ragtimes. Logo, incomodou seu pai até que este conseguisse lhe comprar um piano de armário para que praticasse, porém, ao ver que a coisa não era fácil, já quis largar. Seu pai ficou indignado, o obrigou a continuar os estudos, contratou um professor rígido e disse para o filho “que um dia ele ainda lhe agradeceria pelas medidas tomadas” – e agradeceu mesmo, em várias entrevistas disse que seu pai e o professor rígido foram os maiores responsáveis por ele ter se tornado o que se tornou, inclusive compôs uma belíssima música (um de seus maiores sucessos) para seu pai: Song For My Father.

Horace Ward Martin Tavares Silver (ou Silva) nasceu em Norwalk, Estados Unidos em 1928 e seu maior ídolo na música era o saxofonista Lester Young (The President), então, na adolescência, resolveu aprender saxofone além de piano. Tocou sax, paralelamente com o piano, até o dia em que participou de uma jam com o experiente Sonny Stitt. Ficou tão envergonhado com sua performance comparada à de Sonny que resolver concentrar seus esforços em composição e com o piano.

Outro fato que marcou sua vida musical foi o convite para participar do grupo de Stan Getz. Silver aceitou prontamente, mesmo ganhando menos, só para ter a oportunidade de tocar com esse monstro do sax e de ir para Nova Iorque, a Meca do jazz de então. Apesar das dificuldades financeiras, aprendeu muito, teve oportunidades de gravar suas composições e conheceu muita gente talentosa que também sabia reconhecer seu talento.

Silver contribuiu grandemente para a ampliação do universo jazzístico com músicas que traziam elementos novos advindos do gospel, da bossa nova e de músicas folclóricas do Cabo Verde. Foi um dos precursores da primeira variação do bebop, o hard bop, e do soul jazz, ambos muito explorados e resgatados nos anos 90 por músicos do calibre de um Wynton Marsalis. Além disso, foi snoopyum dos fundadores, junto com Art Blakey, dos prestigiosos e duradouros Jazz Messengers, grupo que serviu de trampolim para um grande número de jovens talentos em vários instrumentos, Wynton Marsalis incluso.

Se você que lê não faz ideia do tipo de som que Horace fez, pergunto se você assistia ao desenho do Snoopy ? Sabe a trilha sonora? É por aí…

Hoje, apesar de octogenário, felizmente este senhor ainda está conosco. Vida longa a Horace Silver!

Texto: Rodrigo Nogueira
Fonte de pesquisa: Coleção Folha Clássicos do Jazz Nº 10

Site Oficial

EM AÇÃO

AUDIÇÕES

HORACE

01 – Song For My Father

02 – Doodlin’

03 – Sister Sadie

04 – The Jody Grind

05 – The Preacher

sábado, 3 de abril de 2010

Herbie Hancock

HerbieHancock

SÁBADOS DE JAZZ APRESENTA:
HERBIE HANCOCK

Seus pais eram músicos, começou a tocar na igreja… – ou seja, a mesma história de sempre. Só um detalhe: Herbie não gostava de jazz, ele tocava música clássica!

Herbert Jeffrey Hancock, nasceu dia 12 de abril de 1940 em Chicago, EUA e é pianista/tecladista e compositor. Criança-prodígio, começou aos 7 anos e aos 11 já tinha no currículo apresentações do Concerto em Ré Menor para piano de Mozart e composições de Mendelssohn, Chopin e outros autores de música clássica. Aos 13 anos de idade teve sua primeira experiência com o jazz quando ouviu um trio formado por colegas da escola de música que cursava. Ao concluir o segundo grau, seu interesse por tecnologia o levou a se matricular na faculdade de engenharia, mas não tardou muito e sua paixão musical o conduziu para a transferência para a faculdade de música, na qual é formado.

Sua maior influência, em suas primeiras composições, era o mestre Bill Evans, mas em seus improvisos, já mostrava um estilo particular. No final de 1960, foi convidado para substituir o pianista do grupo do trompetista Donald Byrd e foi excursionar em Nova York. Lá realizou sua primeira gravação, acompanhando o saxofonista e colega de grupo Pepper Adams, o disco chama-se Out Of This World. Em 1961, finalmente gravou seu primeiro disco como líder: Takin’ Off, e sua música combinava o talento de Bill Evans, a energia de Bud Powell, a flutuação rítmica de Wynton Kelly e o sabor funk de Horace Silver.

Quando gravou seu segundo disco, contou com o baterista de 17 anos Tony Williams, que também tocava na banda de Miles Davis. Quando Miles precisou de um novo pianista, Williams indicou Herbie, que imediatamente foi contratado e ajudou a formar o melhor grupo de jazz dos anos 60, que era composto, além de Miles, Hancock e Williams, pelo saxofonista Wayne Shorter e pel0000012399cd98d3b427bc7d007f000000000001.Round midnighto baixista Ron Carter (p.q.p.!!). O grupo ficou junto até 1968.

Hancock compôs para o cinema e sua maior proeza nessa área foi a trilha sonora do filme Round Midnight (em que também atuou), que lhe rendeu um Oscar por trilha sonora e outro de melhor ator ao seu colega e amigo, o saxofonista Wayne Shorter.

Até aqui, a carreira de Herbie só recebia elogios, mas influenciado por Miles Davis, quis ampliar seu espectro musical incluindo equipamentos eletrônicos em seus arranjos e flertando muito com outros gêneros, como o rock, o pop, a disco, etc; chegando até a emplacar clipes na MTV. Foi repetidas vezes chamado de “vendido”, respondia que queria usar sua influência para incentivar o multiculturalismo.

Na década de 1980, ele se apresentou e gravou com músicos brasileiros como Tom Jobim, Milton Nascimento, Gal Costa e Dori Caymmi.

Em 1998, surpreendeu a todos ao lançar o álbum Gershwin’s World, elegante projeto dedicado ao centenário deste compositor clássico.

Herbie Hancock é um músico eclético, mas acima de tudo, um jazzista que não tem medo de ousar.

Quero fazer tudo que for possível para me tornar uma força de incentivo pelo multiculturalismo”.

Herbie Hancock.

Digamos que essa também é minha intenção com o blog Sons, Filme & Afins.

EM AÇÃO!

AUDIÇÕES

2007_0827_HerbieHancock

Do disco Jazz Profile:

01 – Cantaloup Island

02 – Empty Pockets

03 – Eye Of The Hurricane

04 – I Have A Dream

05 – Jack Rabbit

Fonte: Coleção Folha Clássicos do Jazz, Nº 2

sábado, 13 de março de 2010

Thelonious Monk

monk2

SÁBADOS DE JAZZ APRESENTA:
THELONIOUS MONK

Thelonious Sphere Monk, pianista estadunidense de jazz. Nasceu em 10 de outubro de 1917 e faleceu em 17 de fevereiro de 1982.

Aprendeu música ainda na infância e serviu de acompanhante para cantoras e cantores que reconheciam no jovem Monk um talento enorme.

Na década de 40 começou a ficar em evidência no cenário do jazz, quando foi contratado como pianista fixo na badalada Minton’s Playhouse. Lá os jovens talentos se dirigiam para “enfrentar” em duelos memoráveis de improvisos os veteranos. Nomes como Charlie Parker e Dizzie Gillespie eram frequentes e, fosse quem fosse no palco, o trio de Thelonious é que acompanhava.

Muitas amizades e trocas musicais aconteceram naquele rico cenário e a nova forma melódica de Charlie Parker, a estrutura harmônica inteligente de Dizzie Gillespie e o genial ritmo e temas complexos de Monk, deram origem a um novo gênero dentro do jazz: o Bebop.

Como na época, o que imperava era o swing, os bebopers tinham certa dificuldade para encontrar espaço na mídia, sem contar que sua música extremamente complexa e virtuosística, causava (ainda causa) um certo espanto para um público não preparado. Por tudo isso, Monk demorou muito para conseguir gravar um disco, e quando conseguiu, foi como acompanhante de Colleman Hawkins, a primeira lenda do saxofone. Mesmo não podendo expor totalmente suas características músicais únicas, conseguiu incluir no repertório do disco uma de suas composições.

Com o tempo, as ideias musicais de Thelonious transcenderam o bebop e se tornaram tão diferentes de tudo, que não é possível incluí-las em nenhum gênero do jazz, ou seja, Thelonious Monk tem um gênero próprio de composição: com harmonias dissonantes e guinadas melódicas combinadas a linhas de percussão desenvolvidas com abruptos ataques ao piano e uso de silêncios e hesitações.

Apenas em 1957, é que ele conseguiu gravar um álbum que reunisse todo esse material espetacular, o lendário Brilliant CornersThelonious-Monk-Brilliant-Corners-360744. A faixa título é tão complexa e fenomenal que, em 25 takes e contando com Max Roach na batera e Oscar Pettiford no baixo, não foi possível executá-la. A gravadora então convocou outros músicos, entre eles a lenda do baixo Paul Chambers (que dois anos depois gravaria com Miles Davis, John Coltrane, Cannonball Adderley, Bill Evans; o insuperável e sobrenatural álbum Kind Of Blue), e ainda assim não foi possível um take completo. Resultado: a faixa foi editada.

Também em 1957, ele liderou um quarteto com John Coltrane no sax tenor, Wilbur Ware no baixo e Shadow Wilson na bateria, para apresentações no famoso Carnegie Hall. Todo material, claro, foi gravado. Porém as fitas simplesmente sumiram e só foram descobertas quase 50 anos depois (em 2005), no acervo da Biblioteca do Congresso, foram remasterizadas e lançados em CD.

Monk era um sujeito excêntrico, alguns suspeitavam que ele tinha problemas mentais. Por isso foi internado algumas vezes em sanatórios e tratado como tal. Hoje especula-se que tenha sido diagnosticado erradamente e que seu “tratamento” teria lhe causado danos cerebrais. Ao final de sua vida, foi acometido de uma grande depressão e, em 17 de fevereiro de 1982, faleceu vítima de um AVC.

Sua obra não é muito extensa (pelo que se sabe, mas tem-se descoberto material inédito nos últimos anos), mas é essencial para o aperfeiçoamento do jazz. Sem contar que algumas de suas músicas tornaram-se standards,como "Epistrophy", "'Round Midnight", "Blue Monk", "Straight No Chaser" e "Well, You Needn't".

Fontes de pesquisa: Wikipedia e Coleção Folha de Clássicos do Jazz Nº8

Site Oficial

EM AÇÃO!

AUDIÇÕES

JMP0011-FP

O1 – Brilliant Corners – do álbum homônimo

Do mitológico álbum do Carneggie Hall com John Coltrane

02 – Monk’s Mood

03 – Crepuscule With Nellie

Da coletânea lançada em 2005

04 – Ruby, My Dear

05 - ‘Round Midnight

06 – Straight, No Chaser

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Cannonball Adderley

cannonball[1] SÁBADOS DE JAZZ APRESENTA:
CANNONBALL ADDERLEY

Julian Edwin “Cannonball” Adderley, nasceu em Tampa, Flórida, em 15 de setembro de 1928 e morreu em 8 de agosto de 1975. Foi um grande saxofonista de jazz norte-americano.

Um grande saxofonita alto, ele tinha um som exuberante e feliz (ao contrário de muitos músicos de sua geração), que criava uma empatia imediata com seus ouvintes. Sua inteligente apresentação das músicas ajudou a fazer dele um dos mais populares jazzmen.

Adderley tinha uma sólida carreira como diretor da High School Band, na Flórida, quando, durante uma visita a Nova Yorke em 1955, ele foi convencido a tocar com o grupo de Oscar Peterson no Café Bohemia.

Sua forma de tocar criou um impacto tão grande, que imediatamente foi contratado pela casa Savoy para tocar jazz. Junto com seu irmão mais novo Nat, que tocava trompete, formaram um quinteto que durou até 1957. Logo em seguida, Adderley juntou-se a Miles Davis e fez parte de um dos mais célebres sextetos de jazz da história, que além dos dois, ainda tinha John Coltrane, Bill Evans e outros monstros sagrados. O maior fruto deste trabalho foi o inigualável álbum Kind Of Blue, um marco até hoje (para mim o melhor disco de todos os tempos).

Em 1959 ele saiu do grupo para formar um novo quinteto sob sua direção, onde aprimorou o gênero hard bop e foi destaque até 1963 no meio musical.

Depois disso, assinou com a gravadora Capitol e partiu para o lado comercial, que não durou muito (ainda bem!) e em seus últimos anos, retomou às músicas de seu passado.

Infelizmente, antes que pudesse evoluir ainda mais sua técnica, morreu repentinamente de um acidente vascular cerebral.

Site Oficial


EM AÇÃO!

AUDIÇÕES

507280_356x237[1]

 

 

Fonte Histórica: Site Oficial

té mais!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

"Sons, Filmes & Afins,

um refúgio para quem tem a mente aberta, mas opinião própria"

Marcadores

1975 (1) 1977 (1) 1979 (45) 2 Tone (1) 2001 (1) 50 Obras Revolucionárias (51) A Formação do Gosto Musical (8) A Pedidos (3) Abba (3) AC/DC (2) ação (14) Acervo Original (6) acid house (4) acid jazz (6) Acid Rock (1) acid techno (1) Aerosmith (2) afoxé (1) afrobeat (3) Allman Brothers Blues Band (1) Alternative Dance (1) Ambient (2) amizade (6) análise (1) animação (2) Aniversário (1) Arraste-me para o inferno (1) Art Blakey (1) art rock (5) aventura (4) axé (2) baião (1) baixo (6) baladas (3) balanço do ano (5) Barry White (1) bateria (2) be bop (8) Bebel Gilberto (1) Beethoven (6) Bela Fleck (1) Ben Affleck (1) Ben Kingsley (1) Berg (1) Berlioz (3) big band (2) Big Star (1) Bill Evans (1) Bill Wyman (1) Billie Holiday (1) Billy Bob Thornton (1) Billy Joel (1) biografia (3) black metal (2) Black Sabbath (1) Blackened Death Metal (1) Blind Faith (1) Blondie (1) Blue Cheer (1) bluegrass (1) blues (14) blues rock (1) Bob Dylan (1) Bob Marley (2) bolero (2) Bon Jovi (2) bossa nova (5) Boston (1) Boulez (1) Brahms (1) Brian Eno (6) Brittany Murphy (1) Brutal Death Metal (1) Buddy Guy (1) Burning Spear (1) Buzzcocks (2) Caetano Veloso (3) Cage (1) calipso (1) Camisa de Vênus (1) Cannonball Adderley (1) cantata (1) Carpenters (1) celta (2) Charles Mingus (1) Charlie Parker (2) Cheap Trick (1) Cher (1) Chet Baker (1) Chic (3) Chic Corea (4) chicago blues (2) Chico Buarque (2) Chopin (1) Choro (1) Christian McBride (1) Cícero (6) Clive Owen (1) comédia (16) Concerto (1) Cool Jazz (5) Count Basie (1) Counting Crows (1) country (7) country rock (3) Crumb (1) Curtis Mayfield (1) dance (3) David Bowie (6) Dead Kennedys (1) Death Doom Metal (1) death metal (6) debate (2) Debussy (2) Deep Purple (2) Def Leppard (1) Delaney Bonnie And Friends (1) delta blues (2) Dennis Hopper (1) Dennis Quaid (1) Dennis Wilson (1) Denzel Washington (1) Derek And The Dominos (1) Descartes (2) Destaques (1) Devo (2) Dianne Reeves (1) Dire Straits (1) disco (8) Divulgação (1) Dizzie Gilesppie (1) Django Reinhardt (1) Donizetti (1) Donna Summer (1) doo wop (3) Doom Metal (1) drama (27) Dream Theater (1) Drone Doom (1) Duke Ellington (4) Dulce Pontes (1) Dupré (1) Eagles (1) Earth Wind and Fire (3) easy listening (2) Electric Blues (1) electric-folk (1) Elis Regina (1) Ella Fitzgerald (1) ELO (1) Elton John (2) Elvis Costello (2) ensaio (25) Entrevista (1) época (2) Eric Clapton (3) Erroll Garner (1) Esta Música é Arte? (3) fado (2) Fairport Convention (1) Falecimentos (7) fantasia (4) Fela Kuti (1) Feldman (1) ficção científica (6) filme (69) Filosofia (3) flamenco (2) Fleetwood Mac (3) folk (9) Folk Metal (1) forró (1) Frank Sinatra (1) free jazz (4) frevo (1) Funeral Doom (1) funk (14) Funkadelic (1) fusion (10) Gal Costa (2) Gang of Four (1) Gary Numan (1) Genesis (2) Gershwin (1) Gesualdo (1) Gilberto Gil (2) glam rock (1) Glinka (2) Gluck (1) gospel (3) gótico (6) Grammy (2) Graziani (1) Gregory Isaacs (1) guerra (4) guitara (2) guitarra (5) gypsy jazz (1) Hank Jones (1) hard bop (4) hard rock (15) hardcore (2) Haydn (3) heavy metal (17) Herbie Hancock (2) hip-hop (5) Holger Czukay (1) Holst (1) homenagem (1) Horace Silver (1) Houghton (1) house (2) Ian Dury (1) Iggy Pop (2) indie rock (1) infantil (2) Iron Butterfly (1) Isaac (1) Isabelle Fuhrman (1) Ives (1) J.S. Bach (5) Jaco Pastorious (2) James Brown (2) Jamiroquai (1) Japan (1) jazz (44) Jazz Modal (1) Jean Michel Jarre (2) Jefferson Airplane (1) Jenifer Lopez (1) Jimi Hendrix (1) Jimmy Cliff (1) Jimmy Smith (1) Joan Armatrading (1) Joan Sutherland (1) João Gilberto (2) John Coltrane (1) John Mayall's Bluesbreakers (1) John Travolta (1) Johnny Alf (1) Joni Mitchell (3) Jorge Ben Jor (2) Joy Division (2) Judas Priest (1) Julia Roberts (1) Keith Jarrett (1) Kim Bassinger (1) Kiss (2) Kompha (1) Kraftwerk (2) krautrock (5) Led Zeppelin (2) Lee Jackson (1) Leibniz (1) Lenny White (1) Leonin (1) Listas (19) Liszt (2) Louis Armstrong (2) lundu (1) Machaut (1) madchester (2) Magazine (1) Mahler (2) Marcelo Nova (1) Maria Bethânia (1) Marianne Faithfull (1) Marvin Gaye (3) MDM (1) Meat Loaf (1) Medieval Metal (1) Melodic Death Metal (1) Memphis (1) Meryl Streep (1) Messiaen (1) Metal Progressivo (2) Michael Jackson (3) Mickey Rourke (1) Miles Davis (4) Miúcha (1) modal (2) modinha (1) Monteverdi (2) Motörhead (1) Mozart (6) MPB (10) músic eletrônica (3) música ambiente (4) música clásica (1) música clássica (4) Música do outro mundo (11) música eletrônica (4) música experimental (3) música industrial (2) Música na Cabeça (7) musical (1) Musicoterapia (1) Ná Ozzetti (1) Nat King Cole (1) Neil Young (1) new age (1) new wave (15) Ney Matogrosso (1) Nina Simone (1) Nirvana (1) O que é? (6) ópera rock (2) opinião (23) Oscar (1) Paco de Lucía (1) Parliament (2) Pat Metheny (1) Paul Giamatti (1) Paul McCartney (1) Paul Weller (1) Paulinho Nogueira (1) Paulo Moura (1) Penelope Cruz (1) Pere Ubu (2) Peri (1) Perotin (1) Perusio (1) Peter Frampton (1) Peter Gabriel (1) Peter Sarsgaard (1) Peter Tosh (1) piano (2) Pink Floyd (6) polca (1) Police (1) policial (5) pop (23) pop rock (4) pós-punk (6) Post-Punk (2) Poulenc (1) Power Metal (1) Presente (2) Primus (1) Prince (1) Progressive Death Metal (1) promocional (6) Public Image Ltd. (2) Puccini (1) punk rock (31) Quadrinho (1) Queen (1) Racionais MCs (1) Ramones (3) rap (2) Red Hot Chili Peppers (2) reggae (6) Reich (1) Return To Forever (1) Richard Wagner (2) Rick Wakeman (1) rock (70) rock de vanguarda (4) rock progressivo (9) rock psicodélico (3) rockabilly (2) Rolling Stones (2) romance (9) Ronnie James Dio (1) Rush (1) Russell Crowe (1) Rythm and Blues (5) Saint-Saens (1) Sam Raimi (1) samba (5) Sarah Vaughan (1) Satie (1) sax (1) Schoenberg (4) Schubert (3) Schumann (2) Scorpions (1) Scriabin (1) sebo (1) Série Especial de Domingo (80) Sex Pistols (6) Shirley Verrett (1) Show (1) Simone (1) Siouxsie and The Banshees (1) Sister Sledge (1) ska (1) smooth jazz (3) soul (9) soul jazz (4) speed metal (2) Spyro Gyra (1) Stan Getz (1) Stanlay Clarke (1) Star Trek (1) Steely Dan (1) Stéphane Grappelli (1) Steve Vai (1) Steve Winwood (1) Stevie Wonder (2) Stockhausen (1) Stravinsky (1) Sunday (1) Supertramp (1) surf music (1) suspense (14) swing (5) Symphonic Prog (1) synthpop (3) Talking Heads (2) tango (2) Tchaikovski (2) Technical Death Metal (1) techno (5) Television (1) Terri Lyne Carrington (1) terror (7) Tex (1) The Adverts (1) The B-52's (1) The Beach Boys (1) The Beatles (3) The Cars (1) The Clash (3) The Cramps (2) The Cream (3) The Crusaders (1) The Damned (1) The Doors (1) The Fall (1) The Germs (1) The Gun Club (1) The Hollies (1) The Jam (1) The Jazz Crusaders (1) The Modern Lovers (2) The Only Ones (1) The Penguin Cafe Orchestra (1) The Residents (1) The Saints (1) The Slits (2) The Specials (1) The Stooges (2) The Stranglers (2) The Trio (1) The Undertones (1) The Who (1) Thelonious Monk (2) Thin Lizzy (1) thrash metal (2) Throbbing Gristle (1) Titãs (1) Tom Jobim (2) Tom Petty (1) Tom Wilkinson (1) Top Blog (1) TOPS (1) Toquinho (1) Tracy Chapman (1) Traffic (1) trance (2) tropicália (3) Tudo isso é rock (1) valsa (1) Van Halen (2) Van Morrisson (1) Varèse (1) Vaughan Williams (1) Velvet Underground (1) Vera Farmiga (1) Vídeo (1) Viking Metal (1) Villa-Lobos (1) Vinícius de Moraes (1) Vinil (1) violão (1) Vivaldi (2) Watt 69 (1) Weber (1) Webern (1) Wes Montgomery (1) west coast jazz (1) Wheater Report (1) Willie Nelson (2) Winger (1) Winona Ryder (1) Wire (2) X-Ray Spex (1) Yardbirds (1) Yes (1)