Mostrando postagens com marcador gótico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gótico. Mostrar todas as postagens

domingo, 6 de novembro de 2011

Lançamentos Interessantes de 2011 - Lista Complementar 2


A ideia da lista complementar é a seguinte: como o ano ainda não acabou, há discos sendo lançados e outros que ainda serão, além disso, como sempre escuto discos, há aqueles que escutei após a publicação das listas de indicações que mereceriam estar incluídos nelas. Para corrigir estas faltas, lanço hoje as "Listas Complementares".

Esta é nossa segunda lista.

O rótulo dos estilos musicais estarão linkados às listas, caso o leitor queira consultá-las.

Até a próximo!


BULL OF HEAVEN - 261: A FEELING FOR THE ORDER LYING BEHIND THE APPEARENCE
BADBADNOTGOOD - BBNG
THE ARISTOCRATS - IDEM
NEILS PETTER MOLVAER - BABOON MOON


NILS FRAHM - FELT
GOLDEN RETRIEVER - LIGHT CONES
BLANCK MASS - IDEM


SUBSIGNAL - TOUCHSTONES
AIRBAG - ALL RIGHTS REMOVED
3 - THE GHOST YOU GAVE TO ME


HEAVY METAL


ANVIL - JUGGERNAUT OF JUSTICE
WHILE HEAVEN WEPT - FEAR OF INFINITY
DEMONAZ - MARCH OF THE NORSE
HOLY MARTYR - INVINCIBLE


GÓTICO


BEFORE THE DAWN - DEATHSTAR RISING

domingo, 23 de outubro de 2011

Lançamentos Interessantes de 2011 - Gótico


Estamos atentos aos lançamentos de 2011. Apesar de muitos dos nossos amigos afirmarem que a música atual anda capenga, com essa serie de listas separadas por estilos musicais, espero provar que eles estão errados, pois muita coisa interessante tem sido lançada atualmente. Já conferiu as listas que foram postadas? Seguem os links abaixo:


No final da década de 80, início dos anos 90, aderi a um grupo de góticos em São Paulo por estar interessado em uma garota e apesar do interesse não ter sido musical, acabei me interessando pelo som e ideologias com o tempo.

O romance não durou muito, mas por algum tempo ainda permaneci no grupo e participei de eventos (muito vinho e vodka em cemitérios, poesias, figurino e maquiagens - pena não ter mais nenhuma foto bizarra para mostrar, rss) - entretanto, apesar de ouvir gótico até hoje, mesmo que esporadicamente, sempre fiquei com os clássicos do gênero, não sabia que algo novo era feito. Ao procurar, não achei muita coisa, mas segue uma lista interessante de lançamentos de 2011 para você conferir - a lista inclui também os sub-gêneros Gothic Metal e Gothic Country.

CHELSEA - Ἀποκάλυψις 
DRACONIAN - A ROSE FOR THE APOCALYPSE
ULTERIOR - WILD IN WILDLIFE
O'DEATH - OUTSIDE
TO CAST A SHADOW - IN MEMORY OF
AVA INFERI - ONYX
LAKE OF TEARS - ILL WILL
THE BUILDERS AND THE BUTCHERS - DEAD RECKONING 
SLIM CESSNA'S AUTO CLUB - UNENTITLED

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Machine Gun Etiquette - The Damned


Série Álbuns Históricos de 1979 - 41/43

Ficha corrida da banda:
Nacionalidade: inglesa
Período de atividades: 1976 até 1988; 1993 até hoje
Estilo/Gênero: Rock/Punk, Gótico
Site oficial: http://www.officialdamned.com/
Álbuns de estúdio: 10 até o momento
Line-up do disco: Dave Vanian (vocal), Captain Sensible (guitarra, teclado, vocal), Rat Scabies (bateria, vocal) e Algy Ward (baixo, vocal)

Captain Sensible e Rat Scabies tocavam juntos na banda 'Masters of Backside' e resolveram sair para formar sua própria banda. Uma velha conhecida deles da época era Chrissie Hynde (Pretenders). Fizeram audições para escolher um vocalista e um belo dia estavam agendados Sid Vicious (Sex Pistols) e Dave Vanian. Como só Vanian apareceu, ficou com a vaga. Assim começou o Damned.

O primeirão, histórico!
É mérito deles o lançamento do primeiro single de punk (britânico) da história, foi 'New Rose' (o verso do single tinha um cover de 'Help' dos Beatles). Também foi do Damned o primeiro álbum punk britânico do mundo: 'Damned, Damned, Damned', de 1977. 

The Damned foi a primeira banda punk britânica a excursionar pelos E.U.A. Lá abriram shows do T-Rex e inauguraram o movimento punk/hardcore em muitos "botecos" de lá, como o Masque por exemplo.

Alguns integrantes começaram carreiras paralelas à banda, Captain Sensible chegou a tocar com Lemmy, na época que ele ainda fazia parte do Hawkwind e com Syd Barret (Pink Floyd).

Por volta de 1978, o som da banda passou a migrar para algo mais soturno e melancólico, inclusive o vocal de Vanian desceu alguns tons e assumiu um barítono que depois se tornaria comum para vários vocalistas do movimento gótico. Como o caro leitor já deve ter reparado, o Damned foi precursor de um monte coisas e por isso marcaram seu lugar na história da música popular. O álbum de hoje mostra bastante dessa segunda vertente proto-gótica que a banda assumiu. As gravações da faixa título contaram com a presença de Joe Strummer e Mick Jones, ambos do Clash.

Leituras relacionadas
  • Leia aqui tudo o que já foi postado no blog sobre o PUNK
  • Leia aqui tudo o que já foi postado no blog sobre o CLASH


Machine Gun Etiquette (1979)


Cotação da crítica especializada:
All Music Guide (0 a 5): 4,5

Curiosidades do Álbum:
  • Complexo, controverso e altamente ambicioso. Uma mistura de Motörhead com Beach Boys.
  • A faixa Noise, Noise, Noise contou com a participação de Joe Strummer (The Clash) nos vocais.
  • A faixa Plan 9 Channel 7 foi composta em homenagem à vampira do filme trash do diretor Ed Wood 'Plano 9 do Espaço Sideral'.

Escute o disco completo aqui!

Curiosidades do álbum - 1001 discos para ouvir antes de morrer

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Unknown Pleasures - Joy Division


Série Álbuns Históricos 1979 - 10/43

Após assistirem uma apresentação da banda Sex Pistols, os amigos de longa data Peter Hook e Bernard Sumner resolveram criar uma banda, o ano era 1976. Chamaram Terry Mason, que também esteve presente no show e o colega de escola Martin Gresty. O segundo logo abandonou o projeto pois conseguiu um emprego regular em uma fábrica local, então os amigos restantes colocaram um anúncio em uma loja de discos para selecionarem um novo vocalista, daí veio a lenda Ian Curtis.
O nome escolhido para o grupo foi Varsóvia, em referência a música 'Warszava' de David Bowie, e a primeira apresentação foi no dia 29 de maio de 1977, quando abriram para a banda Buzzcocks. Pouco tempo depois, o baterista Terry Mason abandonou o grupo e foi substituído por Steve Brotherdale que vinha da banda punk Panik.Brotherdale era encrenqueiro e começou a tentar fazer a cabeça do vocalista Ian Curtis para que ambos abandonassem o conjunto e migrassem para o Panik, foi demitido e abandonado no meio da estrada pelos outros integrantes. Novamente colocaram um anúncio em uma loja de discos, que foi atentido pelo colega de escola de Curtis, Stephen Morris. Surge o lineup definitivo, mas ainda restava um problema: o nome da banda era quase igual ao de outra - Warsaw Pakt - então resolveram trocá-lo e utilizaram como referência o romance A Casa das Bonecas que fala de um prostíbulo próximo a um campo de concentração nazista chamado Joy Division.
Encantados com o som do grupo, integrantes da gravadora RCA ofereceram um estúdio para que a Joy Division gravasse algumas demos e negociaram um contrato.

Para divulgar as novas bandas contratadas pela RCA, montaram a histórica coletânea de bandas Short Circuit: Live At The Electric Circus, onde havia também uma faixa da Joy Division. Foi o único trabalho deles com a grande gravadora, depois a abandonaram e se juntaram ao amigo Tony Wilson e à Factory Records.

Tony Wilson, um apresentador de TV que despontava, também se interessou pela banda e se ofereceu para empresariá-los. Como fizeram uma grande amizade e como o esquema de trabalho da RCA não agradava a banda, decidiram criar uma gravadora nova que tinha uma proposta inovadora, principalmente no que dizia respeito ao tratamento ao artista, dando-lhes liberdade total de criação e apoio quase incondicional - surgia assim a histórica Factory (ela mereceu até um filme imperdível contando sua trajetória, o 24 Hour Party People). 

O primeiro EP lançado pela nova gravadora, que contou com duas músicas da Joy Division foi Factory Sample, de 1978, que também contava com músicas da banda The Durutti Column.

A recepção foi positiva, angariaram vários defensores na crítica e na mídia o que fez com que a exposição do grupo fosse constante nas rádios e na TV. Paralalelamente a tudo isso, Ian Curtis descobriu que sofria de epilepsia e tinha muita dificuldade para lidar com a doença.

Em 1979 gravaram seu primeiro álbum - Unknown Pleasures - que foi um marco para a nova derivação do punk: o pós-punk, e um de seus desdobramentos: o gótico.

A história segue, mas paro por aqui para apreciar este álbum. Certamente falarei mais desse grupo inglês e da banda que surgiu após a morte de Curtis, que reuniria seus integrantes sobreviventes: a New Order, até lá!



Unknown Pleasures (1979)

baixe aqui


Curiosidades do álbum
  • Foi lançado pela gravadora Factory apesar de terem recebidos propostas milionárias das grandes gravadoras.
  • O letrista Ian Curtis retrata suas experiências como epilético em várias faixas.
  • O desenho da capa é a captação de ondas de rádio emitidas por uma estrela em extinção (literalmente).
  • Foi sucesso de público e crítica, apesar de um jornalista ter feito um elogio torto dizendo que o álbum era perfeito para se ouvir antes de cometer suicídio.

AUDIÇÃO COMENTADA











Meus destaques em vermelho

01 - Disorder
A "cozinha" abre o disco. Os instrumentos vão entrando progressivamente até que aparece o incisivo vocal de Curtis. Entremeada de um bom fraseado da guitarra. O do baixo se mantém constante no decorrer da música. Há também alguns efeitos que simulam ventos ao fundo. O clímax é deixado para o final: "I got the spirit!"

02 - Day Of The Lords
Acordes de guitarra no contratempo no início. O teclado complementa o clima soturno.

03 - Candidate
Encadeamento de acordes descendente, bateria marcada e clima gótico.

04 - Insight
Uma nota constante; portas, o baixo domina a harmonia. "I'm not afraid anymore!".

05 - New Dawn Fades
A guitarra manda um riff todo nos graves e depois vai para os arpegios. O vocal é poderoso mas em clima de lamentação.

06 - She's Lost Control
Experimentações na bateria eletrônica e fraseado no baixo, a guitarra aparece a seguir, cobrindo os espaços. A voz é empostada e vigorosa.

07 - Shadowplay
Mais uma vez o baixo inicia, só que desta vez acompanhado do prato da bateria; até que a música "explode" e a banda completa se apresenta. Destaque para o belo fraseado da guitarra. Pela primeira aparece um backing vocal e um solo de guitarra, ainda que simples.

08 - Wilderness
Destaque agora é a bateria, as cordas fazem um longo legatto que vai e volta.

09 - Interzone
O ritmo acelera aqui e a guitarra puxa a harmonia. O vocal faz um interessante trabalho de pergunta e resposta. Frenética.

10 - I Remember Nothing
Lenta e melancólica. Um acorde fica constante ao fundo enquanto a guitarra e o baixo variam, além do som de objetos quebrando.











Texto: Rodrigo Nogueira
Fonte: Wikipedia
Curiosidades: 1001 discos para ouvir antes de morrer

Quer sugerir um artista, banda ou compositor para participar da série "A Pedidos" e ainda ter seu blog/site divulgado? Clique aqui!

    quarta-feira, 21 de abril de 2010

    The Scream - Siouxsie & The Banshees

    Essa banda passou por duas fases em termos estilísticos: num primeiro momento aderiu ao movimento pós-punk ao lado de bandas como Public Image Ltd., Magazine, Joy Division e outras; e em segundo lugar, evoluiu e se tornou um dos primeiros grupos a difundir o gothic rock ou simplesmente gótico.
    Formada por Susan Ballion (vocal), Steve Havoc (baixo), Sid Vicious (bateria) e Marc Perroni (guitarra); abriam shows para os Sex Pistols, banda que “sequestrou” seu baterista para transformá-lo no baixista que não sabia tocar baixo, mas se tornou o maior símbolo do punk como vimos em posts anteriores. Robert Smith do Cure, também foi um integrante dos Banshees.
    Susan passou a utilizar o nome artístico de Siouxsie Sioux em referência à tribo indígena norte-americana. The Banshees veio de um programa de televisão que assistiram que tratava de lendas celtas.
    Em 1978 gravaram o álbum The Scream com a seguinte formação: Siouxsie (vocal), Steve “Severin” Havoc (baixo), Kenny Morris (bateria) e John McCay (guitarra). Sid Vicious havia saído para entrar nos Pistols e Marc Perroni foi para o Adam and The Ants, banda que tratarei em outro artigo.
    A fase gótica iniciaria em 1979, por enquanto vamos curtir o período pós-punk e o álbum The Scream.
    Futuramente mais posts sobre o Siouxsie & The Banshees!
    The Scream (1978)
    the scream
    Curiosidades do álbum:
    • Faz a ponte entre o punk e o gótico, combina o “faça você mesmo” com o senso sombrio de drama.
    • Helter Skelter, dos Beatles é a única faixa não original do álbum, embora tenha sido feita uma releitura febril da música.
    • Um atestado de elegância desordenada.
    Audição Comentada
    Meus destaques em vermelho
    01 – Pure
    O baixo abre o disco com poucas notas e logo é acompanhado pela guitarra que amplia a ideia. Siouxsie canta à distância fazendo um efeito mórbido.
    02 – Jigsaw Feeling
    Novamente o baixo inicia. Repete três notas indefinidamente e a guitarra bate um acorde que cresce em intensidade progressivamente até que o canto começa. A harmonia é sombria e econômica.
    03 – Overground
    A guitarra surge à distância e vai se aproximando até que o baixo copia sua base rítmica e o vocal também entra. Alguns elementos novos surgem nessa música: backing vocals e um teclado grave completando o clima. Como um típico pós-punk, a base harmônica é repetida até o final da música, cansativo.
    04 – Carcass
    Aqui há mais variação harmônica e o instrumental é (um pouco) mais rico. O canto é muito imaturo, Siouxsie não tem força. Falta muito para chegar no estado elegante e confiante, até intimidador, de discos futuros.
    05 – Helter Skelter
    Dissonâncias na guitarra, o baixo dá o tom e nele fica, o ritmo começa lento e vai acelerando rapidamente até chegar ao refrão. Uma versão bem original desse clássico do Beatles. Executado em uma tonalidade mais baixa que a original e a melodia está bastante alterada. Interessante.
    06 – Mirage
    Violão acompanhado da guitarra, uso de síncopa. A melodia é cantada à duas vozes fazendo um efeito sonoro semelhante ao da guitarra + violão. Aqui a pegada está mais para o gótico.
    07 – Metal Postcard (Mittageisen)
    Nessa Siouxsie aparece com a voz dobrada e já começa a se impor com seu estilo. O ritmo parte para uma espécie de “andante”. As frases são sempre resolvidas para baixo e os acordes são tão fechados que ficam muito próximos da dissonância.
    08 – Nicotine Stain
    Pós-punk, sem muitas inovações, lugar-comum.
    09 – Suburban Relapse
    Dois acordes agressivos na guitarra. A linha melódica é criativa e o andamento varia no decorrer da música. Sinistra, trilha sonora de filme de terror!
    10 – Switch
    Arpejos fazem a base. Um saxofone complementa a harmonia que, nessa música se mostra mais rica. Uma crônica narrada com variações rítmicas. Clima de introspecção e melancolia entremeados alguns extravasamentos.
    Texto: Rodrigo Nogueira
    Fonte Histórica: Wikipédia
    Curiosidades: 1001 discos para ouvir antes de morrer

    segunda-feira, 2 de novembro de 2009

    Rattus Norvegicus – The Stranglers (1977)

    stranglers[1]

    Em meados da década de 70, houve a explosão do punk na Inglaterra e rápidamente se espalhou por boa parte do mundo ocidental.

    A Inglaterra da época era o cenário ideal para o surgimento desse gênero musical, pois a população enfrentava uma grave crise, principalmente nas questões de trabalho (isso é tratado pelo ótimo filme, Ou Tudo Ou Nada).

    Os jovens da classe proletária tinham muita dificuldade em conseguir empregos e, sem empregos, sem dinheiro; sem dinheiro, sem nada! Resultado? Tempo ocioso e muita revolta = punk rock.

    A banda que melhor tratou sobre esse tema nas letras foi o The Clash, que veremos em posts posteriores.

    Já tratei aqui no blog sobre punk rock. Se quiser conferir, use os links abaixo:

    The Modern Lovers 

    A Voz de uma geração – Ramones

    Eventos musicais importantes de 1976

    Eis que nesse cenário surgiu a banda The Stranglers.

    stranglers_400x300[1]

    Tinham a fúria e o contexto do gênero, mas com algumas características novas que acabaram influenciando o surgimento de novas vertentes como, por exemplo, o gótico.

    Em primeiro lugar, era um grupo formado já por “veteranos” que resolveram exprimir suas ideias, consideradas por muitos, grosseiras e machistas, porem, mais maduras do que as muitas superficialidades e raiva gratuita que eram proferidas pelas bandas de molecadas da época.

    Em segundo lugar, a parte técnica tinha também seus diferenciais. Os caras tocavam um pouquinho melhor que a média do gênero e com algum esmero, que fica evidenciado principalmente no cuidado com as linhas de baixo e nos solos (punk com solo?) de guitarra. Sem contar a presença do teclado.

    A faixa Choosey Susie, já sinaliza para grupos como Joy Division. Go Buddy Go, parte para o rockabilly e, em  Peasant In The Big Shitty, vemos nitidamente de onde Marcelo Nova (do Camisa de Vênus) tirou sua forma peculiar de cantar.

    Para conhecer, use o link abaixo.

    ‘té mais!

    Enciclopédia Básica de Estilos Musicais (Fonte: Wikipedia)

    Forró - possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem européia a Chula, denominada pelos nordestinos de simplesmente "Forró", xote("Xotis"), o termo correto, e variedades de Polkas européias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. Além do jeito europeu de dançar, essas danças adquiriram também o balançar dos quadris dos africanos.

    Free Jazz ou "New Thing", como foi chamado mais tarde,[1] é um estilo de jazz criado nos Estados Unidos da América, por músicos afro-americanos como John Coltrane e Rashied Ali, originário do Bebop, e que propunha uma liberdade de improvisação musical total do músico e de uma diferenciação de atitude musical da música produzida pelos anglo-americanos.

    Frevo é um ritmo pernambucano [1] derivado da marcha, do maxixe e da capoeira. Surgido no Recife no final do Século XIX, o frevo se caracteriza pelo ritmo extremamente acelerado. Muito executado durante o carnaval, eram comuns conflitos entre blocos de frevos, em que capoeiristas saíam à frente dos seus blocos para intimidar blocos rivais e proteger seu estandarte[2].

    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

    "Sons, Filmes & Afins,

    um refúgio para quem tem a mente aberta, mas opinião própria"

    Marcadores

    1975 (1) 1977 (1) 1979 (45) 2 Tone (1) 2001 (1) 50 Obras Revolucionárias (51) A Formação do Gosto Musical (8) A Pedidos (3) Abba (3) AC/DC (2) ação (14) Acervo Original (6) acid house (4) acid jazz (6) Acid Rock (1) acid techno (1) Aerosmith (2) afoxé (1) afrobeat (3) Allman Brothers Blues Band (1) Alternative Dance (1) Ambient (2) amizade (6) análise (1) animação (2) Aniversário (1) Arraste-me para o inferno (1) Art Blakey (1) art rock (5) aventura (4) axé (2) baião (1) baixo (6) baladas (3) balanço do ano (5) Barry White (1) bateria (2) be bop (8) Bebel Gilberto (1) Beethoven (6) Bela Fleck (1) Ben Affleck (1) Ben Kingsley (1) Berg (1) Berlioz (3) big band (2) Big Star (1) Bill Evans (1) Bill Wyman (1) Billie Holiday (1) Billy Bob Thornton (1) Billy Joel (1) biografia (3) black metal (2) Black Sabbath (1) Blackened Death Metal (1) Blind Faith (1) Blondie (1) Blue Cheer (1) bluegrass (1) blues (14) blues rock (1) Bob Dylan (1) Bob Marley (2) bolero (2) Bon Jovi (2) bossa nova (5) Boston (1) Boulez (1) Brahms (1) Brian Eno (6) Brittany Murphy (1) Brutal Death Metal (1) Buddy Guy (1) Burning Spear (1) Buzzcocks (2) Caetano Veloso (3) Cage (1) calipso (1) Camisa de Vênus (1) Cannonball Adderley (1) cantata (1) Carpenters (1) celta (2) Charles Mingus (1) Charlie Parker (2) Cheap Trick (1) Cher (1) Chet Baker (1) Chic (3) Chic Corea (4) chicago blues (2) Chico Buarque (2) Chopin (1) Choro (1) Christian McBride (1) Cícero (6) Clive Owen (1) comédia (16) Concerto (1) Cool Jazz (5) Count Basie (1) Counting Crows (1) country (7) country rock (3) Crumb (1) Curtis Mayfield (1) dance (3) David Bowie (6) Dead Kennedys (1) Death Doom Metal (1) death metal (6) debate (2) Debussy (2) Deep Purple (2) Def Leppard (1) Delaney Bonnie And Friends (1) delta blues (2) Dennis Hopper (1) Dennis Quaid (1) Dennis Wilson (1) Denzel Washington (1) Derek And The Dominos (1) Descartes (2) Destaques (1) Devo (2) Dianne Reeves (1) Dire Straits (1) disco (8) Divulgação (1) Dizzie Gilesppie (1) Django Reinhardt (1) Donizetti (1) Donna Summer (1) doo wop (3) Doom Metal (1) drama (27) Dream Theater (1) Drone Doom (1) Duke Ellington (4) Dulce Pontes (1) Dupré (1) Eagles (1) Earth Wind and Fire (3) easy listening (2) Electric Blues (1) electric-folk (1) Elis Regina (1) Ella Fitzgerald (1) ELO (1) Elton John (2) Elvis Costello (2) ensaio (25) Entrevista (1) época (2) Eric Clapton (3) Erroll Garner (1) Esta Música é Arte? (3) fado (2) Fairport Convention (1) Falecimentos (7) fantasia (4) Fela Kuti (1) Feldman (1) ficção científica (6) filme (69) Filosofia (3) flamenco (2) Fleetwood Mac (3) folk (9) Folk Metal (1) forró (1) Frank Sinatra (1) free jazz (4) frevo (1) Funeral Doom (1) funk (14) Funkadelic (1) fusion (10) Gal Costa (2) Gang of Four (1) Gary Numan (1) Genesis (2) Gershwin (1) Gesualdo (1) Gilberto Gil (2) glam rock (1) Glinka (2) Gluck (1) gospel (3) gótico (6) Grammy (2) Graziani (1) Gregory Isaacs (1) guerra (4) guitara (2) guitarra (5) gypsy jazz (1) Hank Jones (1) hard bop (4) hard rock (15) hardcore (2) Haydn (3) heavy metal (17) Herbie Hancock (2) hip-hop (5) Holger Czukay (1) Holst (1) homenagem (1) Horace Silver (1) Houghton (1) house (2) Ian Dury (1) Iggy Pop (2) indie rock (1) infantil (2) Iron Butterfly (1) Isaac (1) Isabelle Fuhrman (1) Ives (1) J.S. Bach (5) Jaco Pastorious (2) James Brown (2) Jamiroquai (1) Japan (1) jazz (44) Jazz Modal (1) Jean Michel Jarre (2) Jefferson Airplane (1) Jenifer Lopez (1) Jimi Hendrix (1) Jimmy Cliff (1) Jimmy Smith (1) Joan Armatrading (1) Joan Sutherland (1) João Gilberto (2) John Coltrane (1) John Mayall's Bluesbreakers (1) John Travolta (1) Johnny Alf (1) Joni Mitchell (3) Jorge Ben Jor (2) Joy Division (2) Judas Priest (1) Julia Roberts (1) Keith Jarrett (1) Kim Bassinger (1) Kiss (2) Kompha (1) Kraftwerk (2) krautrock (5) Led Zeppelin (2) Lee Jackson (1) Leibniz (1) Lenny White (1) Leonin (1) Listas (19) Liszt (2) Louis Armstrong (2) lundu (1) Machaut (1) madchester (2) Magazine (1) Mahler (2) Marcelo Nova (1) Maria Bethânia (1) Marianne Faithfull (1) Marvin Gaye (3) MDM (1) Meat Loaf (1) Medieval Metal (1) Melodic Death Metal (1) Memphis (1) Meryl Streep (1) Messiaen (1) Metal Progressivo (2) Michael Jackson (3) Mickey Rourke (1) Miles Davis (4) Miúcha (1) modal (2) modinha (1) Monteverdi (2) Motörhead (1) Mozart (6) MPB (10) músic eletrônica (3) música ambiente (4) música clásica (1) música clássica (4) Música do outro mundo (11) música eletrônica (4) música experimental (3) música industrial (2) Música na Cabeça (7) musical (1) Musicoterapia (1) Ná Ozzetti (1) Nat King Cole (1) Neil Young (1) new age (1) new wave (15) Ney Matogrosso (1) Nina Simone (1) Nirvana (1) O que é? (6) ópera rock (2) opinião (23) Oscar (1) Paco de Lucía (1) Parliament (2) Pat Metheny (1) Paul Giamatti (1) Paul McCartney (1) Paul Weller (1) Paulinho Nogueira (1) Paulo Moura (1) Penelope Cruz (1) Pere Ubu (2) Peri (1) Perotin (1) Perusio (1) Peter Frampton (1) Peter Gabriel (1) Peter Sarsgaard (1) Peter Tosh (1) piano (2) Pink Floyd (6) polca (1) Police (1) policial (5) pop (23) pop rock (4) pós-punk (6) Post-Punk (2) Poulenc (1) Power Metal (1) Presente (2) Primus (1) Prince (1) Progressive Death Metal (1) promocional (6) Public Image Ltd. (2) Puccini (1) punk rock (31) Quadrinho (1) Queen (1) Racionais MCs (1) Ramones (3) rap (2) Red Hot Chili Peppers (2) reggae (6) Reich (1) Return To Forever (1) Richard Wagner (2) Rick Wakeman (1) rock (70) rock de vanguarda (4) rock progressivo (9) rock psicodélico (3) rockabilly (2) Rolling Stones (2) romance (9) Ronnie James Dio (1) Rush (1) Russell Crowe (1) Rythm and Blues (5) Saint-Saens (1) Sam Raimi (1) samba (5) Sarah Vaughan (1) Satie (1) sax (1) Schoenberg (4) Schubert (3) Schumann (2) Scorpions (1) Scriabin (1) sebo (1) Série Especial de Domingo (80) Sex Pistols (6) Shirley Verrett (1) Show (1) Simone (1) Siouxsie and The Banshees (1) Sister Sledge (1) ska (1) smooth jazz (3) soul (9) soul jazz (4) speed metal (2) Spyro Gyra (1) Stan Getz (1) Stanlay Clarke (1) Star Trek (1) Steely Dan (1) Stéphane Grappelli (1) Steve Vai (1) Steve Winwood (1) Stevie Wonder (2) Stockhausen (1) Stravinsky (1) Sunday (1) Supertramp (1) surf music (1) suspense (14) swing (5) Symphonic Prog (1) synthpop (3) Talking Heads (2) tango (2) Tchaikovski (2) Technical Death Metal (1) techno (5) Television (1) Terri Lyne Carrington (1) terror (7) Tex (1) The Adverts (1) The B-52's (1) The Beach Boys (1) The Beatles (3) The Cars (1) The Clash (3) The Cramps (2) The Cream (3) The Crusaders (1) The Damned (1) The Doors (1) The Fall (1) The Germs (1) The Gun Club (1) The Hollies (1) The Jam (1) The Jazz Crusaders (1) The Modern Lovers (2) The Only Ones (1) The Penguin Cafe Orchestra (1) The Residents (1) The Saints (1) The Slits (2) The Specials (1) The Stooges (2) The Stranglers (2) The Trio (1) The Undertones (1) The Who (1) Thelonious Monk (2) Thin Lizzy (1) thrash metal (2) Throbbing Gristle (1) Titãs (1) Tom Jobim (2) Tom Petty (1) Tom Wilkinson (1) Top Blog (1) TOPS (1) Toquinho (1) Tracy Chapman (1) Traffic (1) trance (2) tropicália (3) Tudo isso é rock (1) valsa (1) Van Halen (2) Van Morrisson (1) Varèse (1) Vaughan Williams (1) Velvet Underground (1) Vera Farmiga (1) Vídeo (1) Viking Metal (1) Villa-Lobos (1) Vinícius de Moraes (1) Vinil (1) violão (1) Vivaldi (2) Watt 69 (1) Weber (1) Webern (1) Wes Montgomery (1) west coast jazz (1) Wheater Report (1) Willie Nelson (2) Winger (1) Winona Ryder (1) Wire (2) X-Ray Spex (1) Yardbirds (1) Yes (1)