Direção: Tony Scott, com Denzel Washington e John Travolta.
Gangue liderada por John Travolta, sequestra um trem do metrô de Nova Yorque e negocia com o pobre operador de tráfego (Denzel Washington) o resgate dos passageiros feitos como reféns.
Começo mencionando que Denzel Washington e John Travolta são ótimos atores e, nesse filme, provam isso mais uma vez dando vida a seus personagens de forma convincente. O primeiro mostra um vilão meio descontrolado e o segundo representa um homem comum, que tem suas falhas como qualquer outro.
Vale o destaque do papel de Denzel, que está acostumado a interpretar personagens heróicos ou especialistas, onde não paira nem sombra de dúvida de que “ele” resolverá o caso, mas que nesse filme dá vida a um homem comum e até de personalidade fraca, novidade.
Ao ler minhas primeiras linhas, pode ser que você pense que está diante de um bom filme. Errado! – Só quis ressaltar a capacidade dos atores. Segue abaixo minha análise do filme:
Passei quase duas horas envolto numa peça de extrema arrogância e imbecilidade.
O dito filme de ação, não tem quase ação nenhuma. O roteiro é lamentável – mostra uns vilões que estão revoltadinhos com o tratamento que a sociedade os deu e por isso decidem ir à forra barbarizando a cidade.
Passamos boa parte do filme ouvindo uma discussão vazia, de filosofia de botequim travada entre os protagonistas, que não leva a lugar nenhum, chegando até a ter momentos de escatologia, pura perda de tempo!
Temos várias cenas ridículas envolvendo a polícia tentando chegar em tempo com o dinheiro do resgate solicitado, correndo de forma desenfreada com os malotes de dinheiro nos cruzamentos do trânsito e sofrendo acidentes no percurso. Risível.
Sem contar que o “herói”, que no começo do filme só falta falar pros sequestradores que eles podem estourar as cabeças dos passageiros que ele nem liga, se tornar um paladino e partir numa perseguição solitária, colocando em risco sua vida.
Eles se embrenham pelos corredores do metrô e o mocinho bota a cabeça pra fora dos bueiros e dá de cara com quem? Com o bandido! E mais de uma vez! Ora, me poupem!
O senhor Tony Scott, em sua carreira, fez apenas um filme descente que foi Jogos de Espiões, no mais, deveria se dedicar à direção de video clips e abandonar o cinema! Chega de incompetência! Se você vir o nome dele nos créditos, corra, pois aí virá bomba!
Veja o “clipe” do filme abaixo.
‘té mais!
Enciclopédia Básica de Estilos Musicais (Fonte: Wikipedia)
Downtempo (também downbeat ou baixo tempo) é um estilo de música eletrônica. Frequentemente o termo chillout é usado para descrever composições do estilo, mas refere-se a outra vertente da música eletrônica. O downtempo é bastante relacionado com o dub, hip hop, jazz, funk, soul, drum and bass, música ambiente e pop.
Dream Pop - Pós-punk + Ethereal Wave + música ambiente + Space rock
Drum and bass (também abreviado como D&B, DnB ou simplesmente d'n'b) é um estilo de música eletrônica que originou-se a partir do jungle. Surgiu na metade dos anos 90 na Inglaterra. O gênero é caracterizado por batidas rápidas, próximas a 170 BPM.
O início do D&B remete ao fim dos anos 80. No decorrer de sua história, incorporou elementos de culturas musicais como o dancehall, electro, funk, Hip-Hop, house, jazz, metal, pop, reggae, rock, techno e trance.























