Série Álbuns Históricos 1979 - 10/43
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- Foi lançado pela gravadora Factory apesar de terem recebidos propostas milionárias das grandes gravadoras.
- O letrista Ian Curtis retrata suas experiências como epilético em várias faixas.
- O desenho da capa é a captação de ondas de rádio emitidas por uma estrela em extinção (literalmente).
- Foi sucesso de público e crítica, apesar de um jornalista ter feito um elogio torto dizendo que o álbum era perfeito para se ouvir antes de cometer suicídio.
A "cozinha" abre o disco. Os instrumentos vão entrando progressivamente até que aparece o incisivo vocal de Curtis. Entremeada de um bom fraseado da guitarra. O do baixo se mantém constante no decorrer da música. Há também alguns efeitos que simulam ventos ao fundo. O clímax é deixado para o final: "I got the spirit!"
Acordes de guitarra no contratempo no início. O teclado complementa o clima soturno.
Encadeamento de acordes descendente, bateria marcada e clima gótico.
Uma nota constante; portas, o baixo domina a harmonia. "I'm not afraid anymore!".
A guitarra manda um riff todo nos graves e depois vai para os arpegios. O vocal é poderoso mas em clima de lamentação.
Experimentações na bateria eletrônica e fraseado no baixo, a guitarra aparece a seguir, cobrindo os espaços. A voz é empostada e vigorosa.
Mais uma vez o baixo inicia, só que desta vez acompanhado do prato da bateria; até que a música "explode" e a banda completa se apresenta. Destaque para o belo fraseado da guitarra. Pela primeira aparece um backing vocal e um solo de guitarra, ainda que simples.
Destaque agora é a bateria, as cordas fazem um longo legatto que vai e volta.
O ritmo acelera aqui e a guitarra puxa a harmonia. O vocal faz um interessante trabalho de pergunta e resposta. Frenética.
Lenta e melancólica. Um acorde fica constante ao fundo enquanto a guitarra e o baixo variam, além do som de objetos quebrando.















